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Cesta básica fica 7,12% mais cara no Recife e lidera o aumento no país

A cesta básica ficou 7,12% mais cara no Recife no mês de maio. Sendo o maior aumento registrado entre 15 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômico (Dieese), divulgados nesta segunda-feira (04).

O recifense precisou pagar R$ 239,92 para levar a cesta básica para casa. No acumulado dos últimos 12 meses, a capital pernambucana liderou o ranking nacional com 15,54%.

Nove dos 12 itens que compõe a cesta apresentaram aumento em maio, como o tomate (49,12%), a banana (16,40%), a farinha (8,85%), o óleo de soja (8,19%) e o açúcar (6,12%). Enquanto reduções foram registrados para o pão (1,45%), o arroz (1,05%) e o leite (0,81%).

A perspectiva, segundo o Dieese, é de manutenção ou até aumento dos preços para os próximos meses. O feijão também subiu em maio (5,26%) e, no acumulado dos últimos 12 meses, é o produto com maior aumento: impressionantes 73,60%.

Salário Mínimo necessário - Pelos cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), para atender às necessidades básicas de uma família, o salário mínimo, em maio, deveria ter sido R$ 2.383,28, o que corresponde a 3,83 vezes o valor em vigor (R$ 622). Em abril, o valor estimado era um pouco menor, R$ 2.329,35, ou seja, 3,74 vezes o mínimo atual. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (4) pelo Dieese.

Fonte: DIEESE

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